CBN Tocantins
OPERAÇÃO KRANK | 22 de Abril de 2019
Defesa ingressará com pedido de liberdade provisória para ex-secretário de Esportes

O ex-secretário de Estado da Juventude, Joaquim Parente continua na Casa de Prisão Provisória de Palmas, cumpre prisão preventiva. Ele foi preso durante a Operação krank deflagrada pela Polícia Federal que investiga um grupo suspeito de praticar irregularidades na contratação de uma empresa para a execução do programa federal ProJovem Urbano. A estimativa é que o prejuízo aos cofres públicos ultrapassou R$ 200 mil. Conforme Marcos Ayres, advogado de Parente antecipou à reportagem CBN Tocantins, que nesta segunda-feira a defesa ingressará com pedido de liberdade provisória já que a Defesa considera que  o tipo penal da investigação e fundamento da preventiva é de suposto ilícito administrativo e improbidade já prescritos em 2010 não sendo o caso de Peculato uma vez que, de acordo ainda com a Defesa o contrato era legal e no momento que caiu na conta do servidor ñ era mais público estando assim também o ressarcimento dos valores e improbidade prescritos da suposta conduta investigada. A defesa de Joaquim Parente, que  foi secretário no governo do deputado federal Carlos Henrique Gaguim, e de Sandoval Cardoso, alega que o FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação e a Secretaria Nacional já haviam aprovado as contas do programa Projovem Urbano em fevereiro de 2017 e que esta prisão preventiva se deu mais em razão de coação de testemunhas. O advogado nega que houve qualquer tipo de coação. A Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes se pronunciou também, e por meio de nota informou  que a investigação é sobre um programa desenvolvido no Tocantins em gestões anteriores e que se coloca à disposição da Justiça no sentido do colaborar para que os fatos sejam elucidados.  O PROJOVEM Urbano é um programa vinculado ao FNDE, Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - sendo “destinado a jovens com 18 a 29 anos, residentes em áreas urbanas que, por diversos motivos, foram excluídos da escolarização, com o objetivo de reintegrá-los ao processo educacional, elevar sua escolaridade e promover sua formação cidadã e qualificação profissional, por meio de curso com duração de dezoito meses.

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