CBN Tocantins
CASO DANIELLE | 7 de Março de 2019
Processo do assassinato da professora Danielle Christina está na fase final
Foto: Reprodução G1
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Hoje completa um ano que o médico Álvaro Ferreira da Silva conseguiu o direito a prisão domiciliar após alegar que não poderia ficar preso por problemas de saúde. Ele é acusado de ter assassinado a ex-companheira, Danielle Christina Lustosa Ghros, em dezembro de 2017.  A decisão foi do juiz criminal da 1ª vara de Palmas, Gil de Araújo Corrêa. Conforme apuração da CBN Tocantins, o processo está na fase final, pronto para ser julgado, já que todas as fases dele já foram concluídas e as últimas alegações da defesa do médico Álvaro Ferreira, os advogados solicitam a revogação da prisão domiciliar com uso das tornozeleiras eletrônicas. O processo aguarda agora a sentença de pronúncia em que o juiz irá decidir se o réu irá ou não ao Tribunal do Júri. A expectativa é que essa sentença ocorra ainda neste semestre e que portanto o júri popular ocorra este ano. No dia 17 de janeiro, data em que o juiz Luiz Zilmar dos Santos Pires, indeferiu pedido da defesa do médico para que testemunhas já ouvidas fossem interrogadas novamente. Na decisão o juiz argumenta que tal pedido da defesa tinha apenas o objetivo de prolongar a instrução criminal. A primeira audiência aconteceu em outubro do ano passado quando foram ouvidas oito testemunhas de acusação e seis de defesa. No início de dezembro foi realizada a segunda e última oitiva do processo, além do acusado, o juiz ouviu uma testemunha de defesa. A audiência durou cerca de quatro horas. O corpo da professora foi encontrado no dia 18 de dezembro, na sua residência na 1004 sul, em Palmas com marcas de estrangulamento. No dia 11 de janeiro do ano passado, Álvaro Fereira foi preso em um cinema de Anápolis, em Goiás, ele já era considerado foragido da polícia e principal suspeito do crime, por já ter sido preso por agredir a ex-mulher dias antes do crime. Na época, o Ministério Público chegou a pedir a prisão preventiva dele, mas o pedido foi negado pelo juiz, que determinou a liberdade sem pagamento de fiança. A reportagem CBN Tocantins entrou em contato com um dos advogados de defesa do médico, que disse que não poderia comentar sobre o processo.

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